Ausência por uma simples permanência da instabilidade De não saber ao certo o que quer de verdade Procurar, esconder, achar e repreender Na verdade em tempos de dúvidas incessantes Pareço voltar ao estado de antes. E me canso. De tudo . Muito facilmente Como se houvesse em minha mente um despertar que não desperta E que me fez acreditar que ela nunca mais se encontraria desperta. Mas algum tempo depois vejo que ela continua espera E que necessário foi esse tempo para grandes resoluções Clareamentos de opinião Pensamentos de conclusão Agora, depois de tanto tempo longe de tudo que eu sempre fiz. Volto, para fazê-las de modo que sempre quis. Sabendo o que estou fazendo.
Depois de tanto tempo Bateu em meio a mim Uma estranha sensação De extrema felicidade e liberdade de expressão De amor correspondido e se não, sem depressão Uma vontade meio extrema de ser feliz com tudo o que tenho Emergida sozinha em meio a um mar negro que se formara em meu peito Estranhei muito e logo corri pra (d)escrever o que estou sentindo E pra ver se entendo isso agora com tanta coisa ruim fluindo Talvez um grupo de palavras não seja o suficiente para explicar o que é isso Talvez isso não tenha mesmo que ter uma explicação E talvez, muito talvez isso atraia coisas boas para a palma da minha mão Para que eu possa então jogá-las no meio da minha vida, aonde eu as julgue mais necessárias. E de tanta incerteza, a beleza do não saber faz nascer em mim mais uma vez uma pessoa otimista.
Mais uma perda, daquelas grandes. O mundo inteiro já sente falta das respirações ofegantes entre um passo e uma pegada no chapéu.
"No more Abc 123", at least live. Mas com certeza absoluta, essa música ainda há de tocar por muitas gerações, assim como todos os grandes sucessos e Jackson.
Michael Joseph Jackson (Gary, 29 de agosto de 1958 – Los Angeles, 25 de Junho de 2009) foi cantor, compositor, ator, publicitário, escritor, produtor, diretor, dançarino, instrumentista e empresário estadunidense.
Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de "King of Pop" , cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I(1995).
No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock[2] e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV.
A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso
Em 1985, Michael Jackson se uniu a Lionel Richie e Quincy Jones na missão de arrecadar fundos para a campanha USA for Africa. A idéia era gravar uma canção cujos lucros seriam revertidos para reduzir os índices de mortalidade pela fome no continente africano. Lionel compôs, no piano, a melodia. Michael escreveu a letra em um único dia. O resultado eles chamaram de "We Are The World". Para gravar a canção, Quincy Jones convidou 44 celebridades da música e televisão, incluindo Cyndi Lauper, Diana Ross, Ray Charles e Stevie Wonder. O projeto arrecadou 200 milhões de dólares para a luta contra a fome na Etiópia.
De Off the Wall, passando por Thriller, atualmente o álbum mais vendido da história, com mais de 106 milhões de cópias vendidas no mundo; rolaram ainda aquele conjunto de rinoplastias quase circences. Em um grande contato, narrou para nós a brilhante histório de Spielberg de E.T. e da ainda pequena Drew. Passando por toda sua excentricidade e escândalos, como todo bom popstar que se preze, vitiligos e suspeita pedófila fazem parte da ficha de Michael. Verdade ou não, justificado pelas contadas surras na infância ou não, seu talento é incontestável, e sem dúvidas muito versátil. Pressões do pai para que trabalhasse e fizesse sucesso com os irmãos, se privando de uma infância fez que ele se tornasse eternamente uma grande criança estranha, escandalosa, dançarina, amigo de outras crianças, psicótico, subornador, negro, branco, casado de mentira, casado de verdade. Seja lá o que for dito em qualquer tablóide mundial, acabamos deixando de lado qualquer questão de sua vida pessoal ao ouvirmos ele ao abrir a boca para cantae e vermos ele pisar no palco, fazendo um jus único à sua coroa de Rei.
Não tem jeito, foi Elvis, foi Michael. E por enquanto só pela gestão deles a Música Pop não morreu e não há de morrer. . . . Rafael completed the quiz "Which Michael Jackson hit song are You?" with the result Thriller. You are "Thriller" - Michael Jackson's great song. You like to have fun, but at the same time you enjoy excitement and....well... thrill. There is a lot of energy in you which you don't show to others. But sometimes when people don't see you, you become unpredictable. You can transform into something else - a monster: a werewolf, vampire or a zombie. But a friendly monster. If an old lady needed some help while crossing a street, you would generously help her even as a monster. And of course you would dance the famous "Thriller" dance in the middle of the street with her!.
2008 - Uma das mais importantes estações de metrô de Londres, Liverpool Street, foi fechada , depois que cerca de duas mil pessoas tomaram o local para beber no último dia antes da proibição do consumo de álcool na maior parte da rede de transporte da capital britânica. Jovens e outras pessoas que protestam a proibição das bebidas alcoólicas no metrô fizeram uma grande festa nos vagões e encheram o pote, transformando o subterrâneo londrino em um grande pub. Este caso específico engloba além de protesto, aguns fanfarrões que só queriam beber, realmente. Mas por fanfarronices ou não, quando é que a juventude brasileira, ao menos carioca, paulista, gaúcha ou de um grande centro no mínimo vai resolver ir às ruas protestar contra alguma decisão governamental que não agradou e/ou limitou a luiberdade individual de cada cidadão. Ou será que todos os cariocas apóiam TUDO que nosso prefito faz e COMO ele faz ?! Já tá pe mais do que na hora de comecar a se ligar; e mudar de atitude.
No borrão da xícara verde vejo teu futuro Ele é escuro e mentiroso, Como eu Que não faço ideia do que estou fazendo. Talvez tentando te ganhar Entrar contigo no mar Abençoar qualquer coisa que nos é comum Perdendo nossos medos Um a um Mas como de praxe a trava se encrava em meu peito E eu que suspeito querer viver um grande amor Ponho de volta os pés no meu chão Que é todo feito de cimento E então eu não aumento nem me permito seguir Com rendições integrais, deixando você ir Não consigo seguir com arrependimento Mas toma conta de mim mais uma nova ideia para cobrir a dor que nem ameaça chegar O novo sonho me faz ser pessimista comigo mesmo A História se repete E o meu novo Eu segue novamente em uma busca evasiva Vazia como ela só O eco das minhas expectativas torna-se oco E como um louco eu saio de novo andando sozinho em minha rua Independentemente feliz e dependente de uma loucura que num futuro próximo poderá me destruir.
Se é pra falar de mim, se é pra falar do mundo. Fico meio nervoso com textos de um segundo. quero é me expressar pra ver se então me lendo, mais me entendo. pode ser que de nada adiante. Mas pelo menos não fiquei parado naquele instante. Falo do mundo e de mim. De como somos, assim. De como me projeto em seu contexto e de como vocês vão projetar esse texto. Vocês, eu. Sei lá. Depois das reações eu só passo pra cá. exatamente como aconteceu. Do meu ponto de vista. Você fará o seu. É por isso, é pra isso, eu acho. Que uso isso. É pra eu me entender e me acostumar comigo mesmo. Faço de mim um cálculo a esmo. Uma análise estranha. Todos compartilham de reações com alguma pessoa Se não, estaria escrevendo à toa.
Yesterday all my troubles seemed so far away Now it looks as though they're here to stay Suddenly I'm not half the man I used to be There's a shadow hanging over me Now I need a place to hide away Something wrong, now I long for yesterday
O que mais nos conforta em nossas dúvidas incessantes O que quebra curiosidade em nossos momentos iniciantes O que contrói a felicidade de um homem Destrói a felicidade de um homem Causa sua pior perda E o seu melhor ganho Confortante ou letal Não conseguimos hesitar pela probabilidade do lado ruim Sem ela seríamos selvagens Com ela, somos muito.
Outro dia mesmo estava conversando sobre a reforma social e o combate das pessoas aos maus causados pela globalização. Eu propus que globaliza-se também solidariedade e ajuda aos que dela precisam. Ele disse que não, que as multinacionais estão matando a população munidal pouco a pouco e governarão o mundo. Meio ao diálogo, se aproxima de nós um menino com roupas um pouco sujas e rasgadase me diz : " Qual é tio, paga uma coca pra mim aí !" Pedi uma pra ele e uma para mim.
Atos que se fazem por si só. Outros nós fazemos por livre escolha de opção. Por algum motivo do qual não se faz necessária a definição que variada pode ser, Sente-se o tal do arrependimento. Arrepender-se de algo é uma tarefa difícil, principalmente nos dias de hoje onde se encontra pessoas cantando ao mundo frases prontas de efeito libertário caperdianos como "Não me arrependo de nada que fiz. Apenas das coisas que não fiz." Pure bolshit ! É claro que isto não é aplicável à vida real como estas pessoas gostariam que fosse. E por mais que outras frases possam construir argumentos como "Decepção não mata, ensina a viver", o fato é que todos nós em algum momento de nossas vidas nos arrependemos de algo que fizemos e julgamos errado, ou simplesmente por ter repercutido de uma forma infeliz, causando conseqüências a outras pessoas. Ma a pergunta que me leva a escrever sobre isso é : Até que ponto podemos consertar coisas que fizemos em um passado próximo ou distante. Quais são os atos que se permitem uma reparação? Podemos classificar este tipo de coisa tão racionalmente? Depende da situação, das pessoas envolvidas ou do grau de arrependimento? De todos. Quando somos crianças, nossas mães freqüentemente nos carregam a ortodontistas e oftalmologistas para que possa consertar erros no sorriso ou no olhar. Com a vida não é tão simples assim. Para muitas das coisas das quais nos arrependemos não há aparelhos e óculos que resolvam e faça o cenário voltar a ser como era anteriormente. E vale a pena tentar consertarmos os erros cometidos ou deveríamos apenas aprender com o erro para tentar não cometê-lo novamente? Alguns sempre acham que vale a pena em algumas ocasiões tentar reparar o dano causado por não conseguir aceitar a perda, seja esta de uma amizade, um familiar, um amor, um emprego ou qualquer outro ator do tipo. Outros não têm a coragem necessária e/ou o orgulho não permite tentar reconciliar o erro que fora cometido, e por isso segue em frente, algumas vezes ou muitas delas sem nem mesmo aprender com este erro. Lados bons e ruins estão presentes nos dois tipos de decisão, assim como em tudo que nos cerca. E no final das contas eu nem sei se gostaria de me encaixar em alguma destas duas. Mas me encaixo.
"Tendência" do latim tendentia, significa tender para, inclinar-se para, ser atraído por.
Para o termo tendência temos duas definições. 1. Tendência é o acto de optar por algo; uma escolha entre várias alternativas 2. Uma vontade natural, irreflectida, subconsciente, que se transforma em comportamento com ou sem a devida consciência do indivíduo. Por que não a definirmos como algo optativo, ao invés de algo que nem sabemos que estamos fazendo ?!
Em uma pequena tenda estende-se este assunto Que segundos indeterminados o fará notório como deve ser Corta mais, corta menos. Um cabelo ou um salário Filmes de drama ou hilários Para quem irá o prêmio desta temporada? Nada se resolve se alheio à tendência. A tendência é geral e de cada um Só minha ou nossa. Defina você mesmo o significado desta palavra Na moda, o que se veste. Na música, o que as rádios tocam. No cinema, o que o bonequinho aplaude. Na política, o que a imprensa nos repassa. Nas viagens, o que a publicidade nos traz. No visual, o que mostram os meios de comunicação. Nas compras, qualquer uma. Hipocrisia seria dizer que estar entre as tendências é errado. Errado é dizer que algo não é certo, ou somente alguma outra coisa é. Estou, portanto errando. Mas nestes erros nos quais me encontro Tento reforçar um ponto que possa atingir alguém Que a tendência seja, ser quem somos de verdade. E não tender a reproduzir o que nos é passado. Que possamos achar extravagância ou simplicidade. Contanto que seja “seu”, nada é errado. Nada é errado.
"Life isn't about fiding yourself. Life is about Creating yourself."
Por tradição comemorado é um dia esperado Pelo chocolate A cultura difundiu não em dois Mas transformou em um só não a perda de imposições religiosas mas alienações culturais. Coma o que quiser, contanto que faça o bem. Não se contente em comer sua carna branca, se franca com os outros você não for. Enfim, gostei muito das minhas trufas. Feliz Páscoa para todos ! Furffles.
Notícias perderão todo o controle dos fatos Celebridades cairão no anonimato Palavras deformadas Fotos desfocadas, vão atravessar o atlântico Jornais sairão em branco E as telas planas de plasma vão se dissolver O argumento ficou sem assunto. ... Os políticos amanhecerão sem voz O outdoor com as letras trocadas Dentro do banco central o pessoal vai esquecer Como é que assina a própria assinatura E os taxistas já não sabem que rua pegar Que belo estranho dia pra se ter alegria [Roberta Sá]
Uma Sensação naturalista toma conta de Joanna No “incumbir” de uma independência Ela não admite, mas ama. Amor assim, de um jeito inesperado. Idealista e sonhador Vontade de esquecer a vida Construir outra sem rigor Apetece-se o ouvir desta história no centro de um picadeiro Um coração derradeiro se põe a aventurar-se Sua forma masculina, seu nome era Juan O trapezista chegou junto com o circo à cidade Despertando em Joanna um amor de verdade Transformando a trazida novidade em uma nova idade Peculiar em seu jeito Transparece em seu peito uma vontade de desligar-se Do mundo, do preto-e-branco. E se lançar no colorido circense da vida Dançar entre bares, observando os malabares Foi assim que naquele janeiro J. partiu sem destino certo Sentimento fantasioso, entretanto verdadeiro. Ela se vai de coração aberto Como uma cigana.
"Welcome to a new kind of tension. All across the ALIEN'NATION. Where Everything isn't meant to be okay. Television dreams of tomorrow. We're not the ones who're meant to follow. Well that's enough to argue. Don't wanna be an American idiot. One nation controlled by the media. Information nation of hysteria." (Green Day - American Idiot; 2004, Reprise Records)
"Alienação: Perda de algum bem material, físico, mental, emocional, cultural, social, político e/ou econômico. Onde você não apenas cede mas o recepciona novamente como algo indiferente, o criador se torna criatura as coisas são humanizadas e os humanos são coisificados." [Karl Marx] Para ser um idiota, não necessitamos ser americanos(de américa como um todo, por favor) e nem "suburbanos" ou periféricos. É tempo em que a alienação chega a todos os lugares, classes, idades, culturas e grupos. Sem clichês hipócritas de assistir ou não televisão e etc. Particularmente, penso que não é bem a isso que a alienação na qual nos inserimos cada dia mais está ligada. Para mim, nos tornamos tão facilmente manípuláveis, a ponto de pensarmos que muitas coisas fazemos porque queremos, mas na verdade fomos treinados a querer. E essa facilidade na manipulação se dá por atos que nós mesmo deixamos de praticar. E não atos que praticamos, como assistir à TV ou ler best-sellers. Não tem nada a ver com isso; a questão não é fazer uso da televisão, rádio o que seja, é deixar ou não que isso manipule suas decisões, julgamentos e opiniões sobre tudo que possa existir. Tem a ver com a nossa incapacidade de abordagem geral para uma posterior avaliação do que queremos. Nós não tentamos assistir a todos os tipos de programa na televisão ao mesmo tempo em que também tentamos ler muitos livros, para que então possamos descobrir de qual gostamos mais, por uma liberdade e livre arbítrio na prática mesmo. Não exapandimos nosso conhecimento a muitas áreas para saber quais queremos seguir, e somos, portanto, instrumentos de audição de quais são as melhores profissões e que melhor lucram, as faculdades mais bem conceituadas, as roupas mais legais, as teorias mais interessantes que farão você parecer um jovem esquerdista, os tênis que você se faz crer que duram mais. Isso tudo passa, sem tentarmos umas poucas experiências práticas em diferentes profissões, visitar e estudar como são muitas faculdades, procurar e encontrar roupas legais em lugares que não são bem aceitos pela fashionidade não custando nem a metade das outras, analisar todas as teorias que possamos atingir para ver em qual nós, de fato acreditamos e podemos seguir sem apenas profanar palavras ao vento. Sobre a alienação da opinião pública (manipulada e manipuladora) internacional, nem é necessário muito se comentar; visto o quanto um visto é endeusado para certos lugares do mundo. Se alguém procurou se informar sobre o índice de pobreza, desigualdade social, possibilidade de prosperidade na carreira, qualidade de vida mesmo em níveis baixos de renda, saúde pública, xenofobias? Claro que não ! E não informados, alguns têm como um sonho de vida morar em determinado país, que é apresentado a nós como um paraíso celestial. Nós realmente pensamos isso, ou fomos condicionados a pensar de tal maneira ?! Apesar de pessoas com uma renda menor serem mais afetadas por essa alienação geral, no sentido de que nem sempre terão oportunidades de acesso a todas as mídias culturais e comunicativas, creio que todos, sem exceção estamos no mesmo "barco alienado". Não temos a própria decisão de opinar sobre o nosso feio e bonito. Seja este um lugar, uma pessoa, uma música, um filme. Os esteriótipos estão aí, mais do que nunca consolidados. Nosso papel como ser humano único que cada um de nós é, sempre vai ser tentar nos desvincular de tais padrões para ver se encontramos no fundo nosso pessoal senso crítico e uma definção meio turva de liberdade, mas ainda sim tida como livre. Será que conseguimos ?! Sigo com um pequeno texto de Drummond que explicita bem a questão da opinião pública, que por controlada, torna-se instrumento controlador.
A opinião em palácio
O Rei fartou-se de reinar sozinho e decidiu partilhar o poder com a Opinião Pública. – Chamem a Opinião Pública – ordenou aos serviçais. Eles percorreram as praças da cidade e não a encontraram. Havia muito que a Opinião Pública deixara de freqüentar lugares públicos. Recolhera-se ao Beco sem Saída, onde, furtivamente, abria só um olho, isso mesmo lá de quando em vez. Descoberta, afinal, depois de muitas buscas, ela consentiu em comparecer ao Palácio Real, onde Sua Majestade, acariciando-lhe docemente o queixo, lhe disse: – Preciso de ti. A Opinião, muda como entrara, muda se conservou. Perdera o uso da palavra ou preferia não exercitá-lo. O Rei insistia, oferecendo-lhe sequilhos e perguntando o que ela pensava disso e daquilo, se acreditava em discos voadores, horóscopos, correção monetária, essas coisas. E outras. A Opinião Pública abanava a cabeça: não tinha opinião. – Vou te obrigar a ter opinião – disse o Rei, zangado. – Meus especialistas te dirão o que deves pensar e manifestar. Não posso mais reinar sem o teu concurso. Instruída devidamente sobre todas as matérias, e tendo assimilado o que é preciso achar sobre cada uma em particular e sobre a problemática geral, tu me serás indispensável. E virando-se para os serviçais: – Levem esta senhora para o Curso Intensivo de Conceitos Oficiais. E que ela só volte aqui depois de decorar bem as apostilas. [Carlos Drummond de Andrade]
Como mestre no assunto, o greenday em uma de suas músicas retrata a vida de um personagem que passa toda a sua juventude na alienação de um subúbiio em que vive, apaixonadamente e/ou temporariamente com sua amada "whatsername". (St) Jimmy, que costumava desde sempre se drogar e assitir muita televisão, decidiu tomar uma iniciativa e largou tudo de mão. Foi para a grande cidade onde teria uma diversidade cultural, pessoal e em todos outros tantos apectos. Lá, ele poderia analisar o geral, vindo de um tipo de vida específico. Talvez um dia conseguiremos sair de nosso "suburbia"
Jesus of Suburbia [Part 1] I'm the son of rage and love The Jesus of suburbia From the bible of none of the above On a steady diet of soda pop and Ritalin No one ever died for my sins in hell As far as I can tell At least the ones I got away with
And there's nothing wrong with me This is how I'm supposed to be In a land of make believe That don't believe in me
Get my television fix sitting on my crucifix The living room or my private womb While the moms and brads are away To fall in love and fall in debt To alcohol and cigarettes and Mary Jane To keep me insane and doing someone else's cocaine
And there's nothing wrong with me This is how I'm supposed to be In a land of make believe That don't believe in me [Part 2: City Of The Damned] At the center of the Earth In the parking lot Of the 7-11 were I was taught The motto was just a lie It says home is where your heart is But what a shame Cause everyone's heart Doesn't beat the same It's beating out of time
City of the dead At the end of another lost highway Signs misleading to nowhere City of the damned Lost children with dirty faces today No one really seems to care
I read the graffiti In the bathroom stall Like the holy scriptures of a shopping mall And so it seemed to confess It didn't say much But it only confirmed that The center of the earth Is the end of the world And I could really care less
City of the dead At the end of another lost highway Signs misleading to nowhere City of the damned Lost children with dirty faces today No one really seems to care
[Part 3: I don't care] I don't care if you don't I don't care if you don't I don't care if you don't care I don't care
Everyone is so full of shit Born and raised by hypocrites Hearts recycled but never saved From the cradle to the grave We are the kids of war and peace From Anaheim to the middle east We are the stories and disciples Of the Jesus of suburbia Land of make believe And it don't believe in me Land of make believe And I don't believe And I don't care!
[Part 4: Dearly beloved] Dearly beloved are you listening? I can't remember a word that you were saying Are we demented or am I disturbed? The space that's in between insane and insecure Oh therapy, can you please fill the void? Am I retarded or am I just overjoyed Nobody's perfect and I stand accused For lack of a better word, and that's my best excuse
[Part 5: Tales of another broken home] To live and not to breathe Is to die In tragedy To run, to run away To find what you believe And I leave behind This hurricane of fucking lies I lost my faith to this This town that don't exist
So I run I run away To the light of masochist And I leave behind This hurricane of fucking lies And I walked this line A million and one fucking times But not this time
I don't feel any shame I won't apologize
When there ain't nowhere you can go Running away from pain When you've been victimized Tales from another broken home
Nós pensamos que foi Bin que atentou às gêmeas?! Nós realmente temos medo de muçulmanos e achamos que qualquer portador da cultura áraabe é um risco para nós e irá nos explodir apenas por conta disso? Pensemos sobre o que nos fizeram pensar. Pensemos em como nos fizeram pensar. Pensemos em quem nos fez pensar assim. Para que então pensemos de fato alguma coisa sobre o assunto.
"It's a Bullet in a Bible." - Billie Joe Armstrong
Grande ! Nos embalos das trilhas sonoras, a embalagem que nos trouxe os olhos de uma cigana oblíqua e dissimulada, se faz como ponte comunicativa para que possamos conhecer a boa música do Beirute. Com inspiração de sons Balcãs diretamente do Leste Europeu, e uma mistura bem combinada de indie rock com folk que acompanha um notável trompete ao fundo, a banda se destaca pela excessividade de arte em seu trabalho que deixa transparecer uma originalidade quase única. Com esperança de "quebra-banca" entre ouvidos alternativos ou não, ao sair do EP essa banda promete vir com tudo; e ao lado de Little Joy, claro.
Um indivíduo que precisa de uma válvula de escape eficiente para seus arraques criativos.
Na melhor das Hipóteses : Generoso e magnânimo, com fortes princípios morais aos quais me agarro. Honesto e bem-humorado
Na Pior das hipóteses : Arrogante, cheio de opiniões fundamentadas, disparatado, dominador e despótico.